Mostrando postagens com marcador Penetração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Penetração. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Eu Venci - A História da Ana

Olá Melissa, sempre acompanhei seu blog e hoje resolvi escrever minha história de cura. Acredito que assim como eu busquei apoio e informações nestes blogs, espero que minha história sirva de incentivo para muitas mulheres. 

Então vamos lá. Sou casada há 10 anos e nunca havia conseguido ter uma relação sexual com penetração, isso mesmo, nenhumazinha.
Me casei muito jovem e eu e meu marido éramos além de virgens, com pouco conhecimento sobre sexo. Minha família e a dele sempre muito tradicionalistas e isso com certeza foi um dos fatores que influenciou nossa vida como casal. Minha primeira relação com ele foi ruim e cheia de medos e ansiedades. As seguintes eram cercadas de diversão, afinal estávamos conhecendo um ao outro. Depois de cerca de dois anos comecei a me questionar e achar que tinha algo errado conosco, que não podia ser só isso que fazíamos, as brincadeiras, as carícias e as tentativas eram boas, mas faltava alguma coisa. Então resolvi buscar informações sobre sexo e conhecer melhor o corpo humano de forma acadêmica mesmo, porque até então eu e ele não sabíamos muita coisa.

Parece coisa de gente do século passado, mas não é! Moro em um capital e isso acontece com muitas pessoas ainda hoje e talvez isso seja mais um empecilho para muitas curas do vaginismo. Então pela primeira vez fui à um ginecologista que me explicou quase nada e disse que eu precisava "praticar mais". Saí me perguntando o que é que eu preciso fazer? Fui em busca de mais entendimento e me descobri com vaginismo. 

Os anos se passaram, eu fiz terapia por um tempo ( e acho que isso me ajudou a entender muita coisa na época), procurei vários ginecologistas que me diziam: você é normal.... um deles até me sugeriu uma cirurgia para resolver a questão, o que eu descartei imediatamente. 
E a vida ia seguindo, cada vez que pensava no assunto me sentia inútil, desesperada, envergonhada, idiota. O nosso casamento tinha tudo de bom, graças a paciência do meu marido e digo mais, acredito que ele também é um vencedor, pois permaneceu firme comigo e não me abandonou, mas o sentimento de não estar bem sempre me cercava e eu buscava tudo o que podia para resolver essa situação. Me apeguei muito em Deus e a cada tentativa de penetração, era uma frustração e isso trazia tristeza para ambos. Eu ouvia minha amigas falarem de sexo e fingia que estava tudo bem, mas aquele assunto era tão doloroso para mim que depois me sentia arrasada. Sempre me vinha a questão: eu preciso fazer alguma coisa! Mas o que fazer? Aonde buscar mais ajuda? Após todo este tempo de sofrimento e desesperança, vendo meu casamento ruindo dia após dia, e nós dois infelizes, determinei para minha vida que iria fazer o que estivesse ao meu alcance para me livrar deste problema. Retomei a terapia. Fiquei 6 meses aguardando uma Psicóloga pelo plano de saúde. Comecei a terapia com muito choro e desânimo. Comecei a ler mais ainda os assuntos sobre vaginismo e acatar sugestões de mulheres que já haviam se curado. Encaminhei meu marido para terapia e ele relutante aceitou. Em um dos blogs a sugestão era comprar um vibrador ou prótese e eu com muita vergonha fui lá e comprei ( em 2x no cartão....rsrsrsr). Em outro blog as meninas falavam sobre masturbação e vídeos eróticos....aceitei tbm essa sugestão...já que com o marido as coisas andavam mais geladas que um iceberg. Minha terapeuta sugeriu aulas de dança ou coisa do tipo para me deixar pouco menos deprimida. Fui fazer aulas de zumba...adorei...Então em um dia de intimidades comigo mesma consegui a penetração com o vibrador e dias depois consegui com meu marido....Simples assim? Não, claro que não! 

Não sei te dizer o que curou, acredito que foram todos esses fatores, sabe!? Mas é possível, e se você estiver lendo isso e achar que algumas dessas sugestões pode te ajudar, faça e faça por você mesma, porque vale à pena. Eu hoje me sinto muito mais confiante como mulher e nosso casamento ressurgiu. Agora estamos tentando engravidar e continuamos em terapia....que Deus abençoe todas vocês. E o mais importante, acreditem que a cura é possível. Abraço!!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Avanços




Desde minha última postagem, já vivi tantas coisas, que não parece que de lá pra cá se passou apenas uma semana.

Nestes últimos dias fiz 2 sessões de fisioterapia e 1 de psicoterapia. Sobre a terapia não há muito o que ser dito, mas posso afirmar que os efeitos têm sido bastante positivos, as sessões têm propiciado um auto conhecimento, e sempre saio de lá me sentindo cada vez mais capaz. 
Quanto à fisioterapia, alcançamos alguns avanços.

Como lhes contei no último post, ando tendo dificuldades em deixar o controle das penetrações, pois bem, nas últimas sessões a fisio não permitiu que eu fizesse os exercícios sozinha, pois quando eu fazia sozinha tudo ocorria super bem, mas se ela tentasse, não dava certo.
Então tivemos que recomeçar, primeiro ela introduziu o dedo, massageou, tirou, colocou novamente... e só aí tentou inserir a prótese peniana. Neste dia não conseguimos introduzir a prótese, mas a sonda que é mais fina entrou. Ela colocou a sonda e tirou umas 3 vezes, sem traumas!

Já na outra sessão, ela sugeriu que tentássemos a prótese sem "abrirmos caminho" com a sonda.
Na primeira tentativa, pra que eu me sentisse mais segura, ela permitiu que eu segurasse em sua mão (como se eu tivesse no controle, mas não poderia ajudá-la a colocar), e assim o fiz e deu certo, entrou com um pouco mais de dificuldade, mas entrou. Mais uma certeza de que é tudo psicológico!

Na segunda tentativa, ela não permitiu que eu usasse as mãos, meu único aliado era o relaxamento, e para minha surpresa entrou até a metade, e com a consciência de que eu não estava totalmente relaxada, relaxei mais, e entrou tudo.
Então ela fez alguns movimentos com a prótese e nos demos conta que o problema maior era entrar, depois que entrou conseguimos fazer tudo sem maiores problemas, a não ser uma leve ardência com os movimentos de vai e vem.
Já marquei com a gineco pra saber as causas dessa leve ardência, dessa vez, me parece que não tem relação com o vaginismo

Estou feliz com os avanços, e mais feliz ainda por ter conseguido deixar a fisio introduzir a prótese sem ter tido a necessidade de colocar um objeto menor antes. Eu mesma nunca tinha conseguido introduzir a prótese sem antes "abrir caminho" com algum dilatador (prótese é maior e mais larga que o último dilatador).

A fisio propôs que déssemos uma pausa de 1 mês com as sessões, para que neste período o marido e eu possamos praticar todo que me foi orientado. Caso tudo dê certo, voltarei apenas para a avaliação final, e se por acaso, daqui 1 mês, ainda restar algum resquício do vaginismo, faremos mais 5 sessões.

As sessões com a psico continuarão a todo vapor.

Agora é torcer pra que o vaginismo venha a fazer parte do meu passado. 
Torçam por mim!!!  ;)

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz 2014 - 2013 foi meu ano!

Um novo ano está chegando e com ele as esperanças de que momentos melhores virão.
Que neste novo ano a cura se torne realidade em nossas vidas. Este será o ano em que desfrutaremos a plenitude de nossas vidas sexuais.

Nos últimos 3 anos a cura do vaginismo foi o meu alvo principal para o ano que viria. 
Embora sempre tivesse esperanças, este ano é diferente. 

2013 foi o ano em que, verdadeiramente, persegui a cura. Foi o ano de muitas vitórias sobre o vaginismo, graças a Deus!

  • 2013 o ano que criei o blog, conheci pessoas maravilhosas aqui;
  • Comecei a me exercitar com os dilatadores vaginais;
  • Venci todos os dilatadores; 
  • Consegui minha primeira penetração;
  • Encontrei uma boa psicóloga;
  • E, finalmente, iniciei tratamento com a fisioterapeuta uroginecológica.

Não tenho do que reclamar, foi o ano da iniciativa e de grandes conquistas. 
2014 será o ano da cura, eu creio!

Desejo a vocês muitas vitórias em todas as áreas de suas vidas.

E para aqueles que ainda não conseguiram dar o primeiro passo rumo à cura, em 2014 persistam em dar.

Lembrem-se que o primeiro passo é o mais importante,  por isso é o mais difícil. 
Olhem quantas coisas alcancei depois dele.

Que vocês tenham um ano repleto de realizações. 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Mais uma etapa vencida

Acabo de vencer mais uma etapa rumo à cura.

Nestas duas últimas semanas vivi um misto de alegria e decepção.
Como lhes contei no último post, nós conseguimos nossa primeira penetração, porém algumas tentativas após aquela, não conseguimos a penetração completa, apenas metade do pênis entrava.
Não me sentia curada, mas imaginava que depois da primeira as demais aconteceriam sem grandes problemas.

Minha vontade era jogar tudo para o alto, mas graças a Deus recebi o apoio do meu marido, que tem sido um SUPER MARIDO, e seu apoio tem sido primordial para que eu continue nesta luta.

Ao invés de desistir, decidi que intensificaria os exercícios com os dilatadores, e assim fiz exercícios todos os dias da semana.
O mais interessante foi que desta vez fiz os exercícios com a ajuda do marido, foi um pouco mais difícil pra mim, mas acredito que faz parte de todo o processo. Sozinha eu faria com mais facilidade e agilidade, mas ele quis participar e eu não puderia dizer não, afinal tudo que sempre quis foi a maior participação dele diante do nosso problema.

Deitada na cama começava com os exercícios de relaxamento corporal, relaxamento da vagina... após este processo, o marido tentava inserir os dilatadores um a um.
Com bastante calma e paciência vencemos todos os dilatadores, isso mesmo, TODOS.
Sozinha eu só havia conseguido até o penúltimo, porém em um desses dias o marido conseguiu o último.

Neste dia namoramos bastante, mas sem penetração. No dia seguinte, após os exercícios, resolvemos tentar e o pênis entrou todinho com bastante facilidade.
Desta vez o incômodo foi menor e a ardência também, arriscamos alguns movimentos (nada muito brusco), e para minha surpresa foi muito bom.

E já que a "fórmula" deu certo, temos feito assim diariamente, começamos com os dilatadores, namoramos muito e depois partimos para a penetração. 

Tem sido maravilhoso, não imaginava que um dia eu sentiria prazer com a penetração.
Estamos aprendendo a controlar a ansiedade, e assim estamos começando a trocar a dor pelo prazer.

Sentimos que a cura está próximo e que bem em breve o vaginismo fará parte do nosso passado.


sábado, 2 de novembro de 2013

Nós Conseguimos

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que estejam tod@s bem, com bastante determinação e fé.

É isso mesmo, assim como sugere o título deste texto, nós conseguimos a nossa primeira penetração! :)

Vou lhes contar exatamente como tudo aconteceu.
Esta semana estávamos muito entregues um ao outro, estamos vivendo uma fase bastante gostosa na nossa relação, e com toda certeza isso contribuiu muito.

Mas vamos ao que interessa, não é?
Quando começamos não tínhamos em mente a penetração, estávamos ali como das outras vezes, sem pretensão alguma de penetração.
Fomos nos beijando, nos acariciando durante alguns minutos. Começou a esquentar, a esquentar, a esquentar... rs... e foi aí que eu tive a grande ideia de tentar a penetração. Não preciso nem dizer que ele adorou a ideia. rs...
Pois bem, ele se deitou com as costas na cama e eu fiquei por cima dele (já havia lido várias vezes que esta é uma das melhores posições para nós vagínicas, pois temos maior controle), passei bastante lubrificante nele e em mim. Para me tranquilizar ele disse que não se movimentaria, que me deixaria à vontade para fazer o que quisesse.
Fiz alguns exercícios de relaxamento e peguei o pênis dele e comecei a fazer uma leve pressão para dentro da minha vagina (da mesma forma como faço com os dilatadores). No começo parecia que não iria entrar, então me concentrei, relaxei mais um pouco e conseguimos alguns centímetros de penetração.  Parei, me concentrei, relaxei e entrou mais um pouco, mais um pouco... e por fim, entrou tudo.
É claro que não fizemos aquele sexo cheio de movimentos e posições, não dava nem pra ele, nem pra mim. Deixamos o pênis dentro da vagina por alguns minutos e tiramos. Eu senti uma leve ardência e bastante incômodo e ele sentiu que era bastante apertada.
Continuamos nosso sexo como de costume,  e posso afirmar que foi o mais maravilhoso de todos.

A sensação de vitória foi maravilhosa, há alguns meses eu não conseguia introduzir um cotonete.
É importante dizer que não sinto que estou curada, mas, com toda certeza, foi um grande passo para a cura, me sinto mais próxima dela. :)

Espero profundamente que este post lhes dê força e ânimo para prosseguir. Me encontro mais esperançosa do que nunca.
Queria muito compartilhar esta vitória com vocês, por mim teria contado ontem mesmo. rs.

Rumo à Cura.
Abraços e até mais!

domingo, 13 de outubro de 2013

Mais uma VITÓRIA

Olá, como vocês estão? Espero que estejam muito bem, e a caminho da cura.
Estou tão, tão, tão feliz!

Já havia lhes contado que estou usando os dilatadores, vocês se lembram?
Pois bem, tenho feito os exercícios (relaxar, contrair e descontrair os músculos da vagina, introduzi-los) quase todos os dias, até mesmo naqueles dias em que não estou afim.

Nos primeiros dias não foi nada fácil, mas já na primeira semana eu consegui introduzir os 2 primeiros.
Passei duas semanas me exercitando somente com eles, quando estava me sentindo confortável, tentei a introdução do terceiro dilatador (o amarelo), e consegui com bastante facilidade.
E assim foi com o quarto dilatador (o roxo), depois de treinar bastante com o verde e o amarelo, pulei para o roxo. Com este tive um pouco mais de dificuldades, nas primeiras tentativas entrou a metade, e em +ou- 2 dias, ele foi todo!

Mas um, em especial, me deu bastante trabalho. O quinto dilatador (com 3,10 cm de diâmetro e 13, 20 cm de comprimento), este parecia que nunca iria entrar. Tentava dia após dia, e nada.

Sempre começo pelo primeiro dilatador, fica mais fácil para tentar introduzir os próximos.
Um a um e todos entravam, com exceção daquele.

Ontem comecei a fazer meus exercícios, introduzi um a um, quando chegou no meu desafio, respirei bem fundo, passei bastante lubrificante e, enfim, ele ENTROU todinho!!!

Não foi muito agradável mantê-lo lá dentro, senti um incômodo como se a penetração fosse bem profunda, mas nada que não dê para suportar.
E com a experiência dos dilatadores anteriores, tenho certeza que será um incômodo passageiro, logo não estarei mais sentido. 

Espero, em breve, lhes contar sobre a penetração do último dilatador e, enfim, a do pênis do meu marido.

Sucesso para todas nós!!! :))

domingo, 22 de setembro de 2013

Minha História

Tenho 30 anos, sou casada há 2 anos e 3 meses e meu pesadelo começou na lua de mel. Por opção, decidi que só perderia minha virgindade depois do casamento. E lá fomos nós, rumo à nossa primeira noite de amor.

Havia um misto de sentimentos dentro de mim: Alegria, satisfação, realização, ansiedade e medo, muito medo! Não sei explicar o porquê de tal sentimento, mas eu nunca imaginei que a primeira noite fosse ser fácil, sempre imaginei que fosse sentir vergonha e dor.

Já no quarto, começamos com as preliminares, e logo após partirmos para a tão temida penetração. Tentamos de todas as formas e não conseguimos. Eu sentia um certo incômodo e ardência. Ele pedia para que eu relaxasse.

Após várias tentativas, nós desistimos da penetração e resolvemos nos satisfazer de outra forma. Não posso negar que não foi como esperávamos, mas foi maravilhoso.

Conversamos e achávamos que não tínhamos conseguido por causa do nervosismo, cansaço, ansiedade e etc... Ele muito paciente disse que não havia problema e que no outro dia eu estaria mais tranquila e que tudo ocorreria normalmente.

Resumindo: todas a nossas demais tentativas foram frustradas, não conseguimos a penetração.





Ida ao Ginecologista

Vou contar-lhes sobre a minha 1ª consulta ao ginecologista depois de casada. 

Cheguei ao consultório e a gineco quis saber o motivo pelo qual eu estava ali. Conte-lhe que estava casada há 4 meses, e que ainda não havia conseguido a penetração, ela pediu que eu me trocasse e me deitasse na maca, (imediatamente comecei a ficar nervosa) ela começou me examinando e pediu para que eu relaxasse, quando eu menos esperei ela introduziu 2 dedos na minha vagina, contraí imediatamente e pedi que ela os retirasse (o desespero foi tamanho, que eu quase chorei). 

Então ela disse que não havia nada de errado comigo e que eu era perfeitamente normal, falou que eu precisava apenas relaxar e que tudo ocorreria bem. Minha vagina estava perfeita, nada de errado e muito menos de anormal (jurava que ele diria que eu tinha algum problema de formação, alguma anomalia...).

A maioria dos médicos desconhecem o vaginismo e quando conhecem, sabem pouco sobre o assunto. Por este motivo muitas de nós demoramos muito tempo para chegarmos ao diagnóstico certo.

Como ela disse que estava tudo bem, eu acabei não tocando no assunto.

Voltei para casa decepcionada, o que eu mais queria ouvir dela era que eu tinha algum tipo de inflamação, que iriamos tratar, e logo tudo estaria resolvido. Mas infelizmente não era tão simples. :(

E a saga continua!!!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O que é Vaginismo?


O vaginismo é um espasmo involuntário dos músculos da região da vagina. Os espasmos fecham a vagina.



O vaginismo é considerado um distúrbio de disfunção sexual. Essa condição tem várias causas possíveis, incluindo trauma ou abuso sexual no passado, fatores psicológicos ou um histórico de desconforto com a relação sexual. Às vezes, a causa pode não ser descoberta.

O vaginismo não é uma condição comum. O número exato de mulheres que têm esse problema é desconhecido.


Mulheres com diferentes graus de vaginismo muitas vezes desenvolvem ansiedade com relação à relação sexual. A condição faz com que a penetração seja difícil e dolorosa ou, até mesmo, impossível. No entanto, isso não significa que a mulher não possa se excitar sexualmente. Muitas mulheres podem ter orgasmos quando o clitóris é estimulado.


Sintomas: 

A penetração vaginal durante o sexo é difícil ou impossível;
A dor e a ardência vaginal é comum durante a relação sexual ou na tentativa de um exame pélvico.


Tratamento:

O tratamento inclui terapia prolongada que combine instrução, aconselhamento e exercícios comportamentais. Esses exercícios incluem contração e relaxamento dos músculos do assoalho pélvico (exercícios de Kegel).


Recomenda-se realizar exercícios de dilatação vaginal com dilatadores plásticos. Esse tratamento deve ser feito sob a orientação de um terapeuta sexual ou de outro médico. Essa terapia deve envolver o parceiro e pode incluir contatos mais íntimos gradualmente, culminando na relação sexual.