Acabo de vencer mais uma etapa rumo à cura.
Nestas duas últimas semanas vivi um misto de alegria e decepção.
Como lhes contei no último post, nós conseguimos nossa primeira penetração, porém algumas tentativas após aquela, não conseguimos a penetração completa, apenas metade do pênis entrava.
Não me sentia curada, mas imaginava que depois da primeira as demais aconteceriam sem grandes problemas.
Minha vontade era jogar tudo para o alto, mas graças a Deus recebi o apoio do meu marido, que tem sido um SUPER MARIDO, e seu apoio tem sido primordial para que eu continue nesta luta.
Ao invés de desistir, decidi que intensificaria os exercícios com os dilatadores, e assim fiz exercícios todos os dias da semana.
O mais interessante foi que desta vez fiz os exercícios com a ajuda do marido, foi um pouco mais difícil pra mim, mas acredito que faz parte de todo o processo. Sozinha eu faria com mais facilidade e agilidade, mas ele quis participar e eu não puderia dizer não, afinal tudo que sempre quis foi a maior participação dele diante do nosso problema.
Deitada na cama começava com os exercícios de relaxamento corporal, relaxamento da vagina... após este processo, o marido tentava inserir os dilatadores um a um.
Com bastante calma e paciência vencemos todos os dilatadores, isso mesmo, TODOS.
Sozinha eu só havia conseguido até o penúltimo, porém em um desses dias o marido conseguiu o último.
Neste dia namoramos bastante, mas sem penetração. No dia seguinte, após os exercícios, resolvemos tentar e o pênis entrou todinho com bastante facilidade.
Desta vez o incômodo foi menor e a ardência também, arriscamos alguns movimentos (nada muito brusco), e para minha surpresa foi muito bom.
E já que a "fórmula" deu certo, temos feito assim diariamente, começamos com os dilatadores, namoramos muito e depois partimos para a penetração.
Tem sido maravilhoso, não imaginava que um dia eu sentiria prazer com a penetração.
Estamos aprendendo a controlar a ansiedade, e assim estamos começando a trocar a dor pelo prazer.
Sentimos que a cura está próximo e que bem em breve o vaginismo fará parte do nosso passado.
